Bom Dia Platina
Prefeito de Goiânia, Maguito Vilela morre por complicações da Covid-19 em SP
Divulgação/Reprodução

O prefeito de GoiâniaMaguito Vilela, morreu nesta quarta-feira, 13, na UTI do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ele, que tinha 71 anos, estava internado há mais de 80 dias para tratar a Covid-19. Vilela foi eleito nas eleições municipais de novembro e tomou posse virtualmente no último dia 1º de janeiro, ainda no hospital. Em sua conta do Twitter, foi publicado: “É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do prefeito de Goiânia, Maguito Vilela, ocorrido nesta madrugada de 13 de janeiro. Internado desde o dia 22 de outubro para tratar da Covid-19, Maguito lutava contra uma infecção pulmonar diagnosticada na semana passada.” De acordo com as informações, a família está providenciando o traslado do corpo de São Paulo para Goiás e ele deve ser sepultado em Jataí, sua terra natal.

No dia 2 de dezembro, ele já tinha testado negativo para a doença — mas permaneceu internado. No último boletim médico divulgado, na terça-feira, 12, os médicos informavam que seguia na UTI “em diálise contínua, sedado, trasqueostomizado em ventilação controlada, em tratamento de infecção pulmonar grave e drogas vasoativas em altas doses”. Em agosto de 2020, o político perdeu duas irmãs vítimas da Covid-19. No dia 29 de novembro, Maguito Vilela alcançou 277.497 votos — o equivalente à 52,60% dos votos válidos. Durante o primeiro turno, ele já havia permanecido à frente do senador Vanderlan Cardoso, do PSD, com quem disputou o segundo turno.

Luís Alberto Maguito Vilela teve uma extensa carreira política. O emedebista já foi vereador em Jataí, deputado estadual, deputado federal e vice-governador de Goiás. Entre 1995 e 1998, foi governador de Goiás. Em 2002 e 2006, disputou novamente o comando do estado, mas foi derrotado. Foi nomeado vice-presidente do Banco do Brasil pelo ministro da fazenda Guido Mantega, em 2007. No ano seguinte, se elegeu prefeito de Aparecida de Goiânia. Apesar das grandes conquistas, Maguito já teve seu nome envolvido em polêmicas. Ele foi denunciado entre os políticos citados na lista de delações entregues pela Odebrecht ao Supremo Tribunal Federal (STF) nas investigações Lava Jato. De acordo com a acusação, o político teria recebido R$ 1,5 milhão em caixa 2 para campanha.

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